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Você registra o dia da obra dentro do projeto, com as fotos que tirou no canteiro, e o cliente abre um link e encontra o mesmo registro ao lado da fase atual, do cronograma e das parcelas. Ele entra sem criar conta e sem senha. O print de terça e o áudio explicando o atraso param de sair do seu celular.
A pergunta chega sempre igual, e sempre no grupo. "Como está a obra?" Você para o que está fazendo, procura a última foto que mandou, não acha, tira uma foto nova e grava um áudio de dois minutos explicando o que mudou desde a semana passada. Uma semana depois a mesma pergunta volta, porque a sua resposta afundou embaixo de trinta mensagens sobre outro assunto. Quem quer ver a evolução desde o começo precisa rolar o histórico inteiro do celular, e metade das fotos já foi apagada para liberar espaço. Não existe data confiável, não existe ordem, e a obra vira um álbum espalhado entre WhatsApp, e-mail e a memória de quem tirou a foto.
Dentro do projeto, em Diário do projeto, você abre um registro novo com título, data e uma descrição de até 2000 caracteres. As fotos entram por um link separado, que aceita vários arquivos de uma vez, em PNG ou JPEG, até 30 MB cada. A lista fica ordenada do registro mais recente para o mais antigo, com as miniaturas ao lado do texto de cada dia.
Você ativa o site do projeto e ele ganha um endereço próprio, que um botão copia para você colar no WhatsApp. O acesso é por e-mail. Você cadastra o endereço do cliente, o ARQPROJECT manda o link de entrada, e o primeiro clique confirma o e-mail e abre a sessão, que dura 30 dias e se renova a cada visita. A lista mostra quem já entrou e quando foi a última visita. Se o cliente sair do projeto, a lixeira remove o acesso na hora.
Com a chave de exibir diário ligada, o link que o cliente já tem passa a mostrar uma segunda aba. Cada registro vira um ponto numa linha do tempo, com a data em destaque, o texto e a galeria daquele dia. Ele rola a obra inteira sozinho, na mesma ordem que você vê do outro lado, e a primeira coisa que aparece é o que aconteceu por último.
O que o cliente enxerga é escolha sua, chave por chave: serviços, endereço do projeto, pagamentos, diário e atividades. Pagamentos mostra a mesma lista de parcelas que você vê, cada uma com o selo de situação e a barra de percentual pago. Orçamentos e cronogramas publicados têm uma lista separada, e você marca um a um os que vão para aquele cliente.
O boletim diário avisa o cliente quando entra registro novo no diário, quando o projeto muda de fase, quando uma atividade anda e quando uma parcela é paga. Cada aviso liga separado. O e-mail sai uma vez por dia, só quando algo mudou, e só para quem já confirmou o acesso. Dia parado não gera e-mail nenhum, então o cliente não se acostuma a ignorar a caixa de entrada.
Um plano, R$ 99 por mês, com usuários ilimitados e o site do projeto incluído em todos os projetos. Para testar, você não precisa de cartão.
Você registra o dia no diário do projeto, com as fotos, e libera o site do projeto para o e-mail do cliente. Ele abre um link e encontra os registros em ordem de data, ao lado da fase atual e do que já foi pago.
Não. Ele recebe um link de entrada por e-mail, e a sessão dura 30 dias e se renova a cada visita. Não existe cadastro para ele fazer nem senha para esquecer.
Pode. Serviços, endereço do projeto, pagamentos, diário e atividades são cinco chaves independentes, e você liga o que faz sentido em cada projeto.
Dá, na hora, pela lista de acessos. Desativar o site inteiro também derruba o link para todo mundo de uma vez.
As que você anexa ao diário ficam no projeto, com a data do registro, e continuam lá quando você trocar de celular. Cada foto pode ser apagada uma a uma, sem mexer no texto nem nas outras.
Quantos e-mails você cadastrar. O casal, o pai que está pagando, o engenheiro. Cada acesso vale só para aquele site, e o mesmo e-mail pode acompanhar mais de um projeto seu.
Registre a obra de hoje no diário e mande o link para o cliente antes que ele pergunte de novo.